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sábado, 28 de fevereiro de 2009

Somos o centro de tudo?



É evidente que não somos centrais, o que o budismo ensina é que somos parte de tudo, e essa nossa existência nada mais é que espuma surgindo no vazio, e bolhas surgem e desaparecem, porem o vazio não é algo, e se manifesta somente como forma, a forma é o vazio e o vazio é a forma. Para o budismo se achar importante nada mais é que uma manifestação do eu, o supremo engano.
Se enxergarmos que somos a própria unidade perceberemos a eternidade e que morte e nascimento são ilusões. Neste momento podemos dispensar deuses, e outras fantasias, a que os homens se agarram com tanto apego.