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segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Nós somos realmente muito importantes?



Qualquer ser humano faz falta, se nós tiramos um ser o mundo muda. Mas nós não podemos nos dar tanta importância dentro de 7 bilhões de pessoas, sua importância é minúscula, quando você vir que morreram 10 mil pessoas em um acidente, você vê o universo mudar? Não.
Morreram, no século XX, talvez 100 milhões de pessoas em guerras e estamos aqui. Nem a população de países como a Alemanha, que perdeu 6 milhões de homens na Segunda Guerra Mundial, mudou. Você olha a estatística, tem uma queda e depois a população se reconstitui. Como? É simples: várias mulheres tiveram filhos com o mesmo homem, se não a população não se reconstituiria. Ninguém fala isso, mas a estatística mostra. Aí você perguntaria que grande falta eu fiz quando morri na batalha tal? Para a população do país nem tanto, e dado determinado tempo nós acreditarmos que nossa diferença é grande. Isso é ilusório. Por quê?
Todo mundo dá muito valor aos seus antepassados, pai, mães, avós… Você dá? Vocês já viram esse raciocínio? Todo mundo tem oito bisavós, diga o nome de cada um...
Ninguém sabe o nome dos seus oito bisavós? Sabe o que isso significa? Que nem o sangue do seu sangue, carne da sua carne, seus descendentes, continuidade da sua vida se lembrarão de você. Porque você não se lembra dos seus bisavós, seus bisnetos não vão lembrar de você, nem do seu nome, nem da sua vida, nem do que você fez. Então você é importante, mas não é tanto assim. Então se você não acreditar em continuidade, seu desaparecimento não faz tanta diferença.