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sexta-feira, 8 de junho de 2007

Estava escrito...

Esta seria a doutrina da predestinação, ou do destino, neste caso nada mais seríamos que autômatos repetindo uma peça escrita por um autor onipotente.
Neste caso não poderíamos mudar nada e também ninguém poderia ser acusado de culpa alguma. Seria a absoluta falta de liberdade de viver e de modificar o carma. Nada mais longe disto do que o budismo que foca na liberdade, no atingi-la além dos nossos automatismos.