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segunda-feira, 11 de junho de 2012

Zen de Steve Jobs será lançado em português


Quadrinhos: A Devir lançará “O Zen de Steve Jobs”LUIZ SANTIAGO 20 DE MAIO DE 2012 0
Quadrinhos: A Devir lançará “O Zen de Steve Jobs”


Com roteiro de Caleb Melby, repórter da Forbes, e arte do Estúdio Jess3, a editora Devir terá entre os seus próximos lançamentos, a graphic novel O Zen de Steve Jobs. O cofundador da Apple faleceu em outubro do ano passado e já teve uma biografia póstuma publicada, além de haver um filme sobre sua vida em fase de produção. O que a graphic novel pretende mostrar é uma faceta menos conhecida do empresário, a sua relação com engenheiros, pensadores e outras pessoas importantes em sua carreira. O foco principal da obra é a amizade de Jobs com o monge zen budista Kobun Chino Otogawa.

O livro aborda o período de 1971 a 2011, mas o destaque da história é a partir de 1985, quando Jobs deixou a Apple e fundou a NeXT. A graphic novel imagina como foi a amizade entre Jobs e Otogawa, e o estilo narrativo não é linear, passando de um período para outro da vida do empresário. Através de uma arte simples, com traços harmoniosos e uso de poucas cores, o livro conquista o leitor principalmente por tratar, mesmo que seja de forma imaginativa, algo que aconteceu com um dos maiores ícones da tecnologia em nosso século.

Segundo os editores, “Kobun [Otogawa] foi para o budismo o que Jobs foi para a tecnologia: um renegado indômito”, e ainda em nota, afirmaram que a convivência entre os dois foi de grande importância para Apple após o retorno de Jobs à empresa em 1996. É a partir desse momento que a empresa alcança destaque no mercado e referência essencial no ramo da tenologia.

Longe do lado popularmente conhecido e ovacionado pela mídia, a HQ mostra o lado imperfeito de Jobs, e sua posterior mudança de pensamento, comportamento e relações humanas. O resultado disso todos nós sabemos.

(copiado na web de texto de Luiz Santiago)

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

A Morte do Zen budista e vegetariano Steve Jobs


Faleceu há algumas horas, com 56 anos, nos EUA, o zen budista Steve Jobs, por duas vezes líder inconteste da Apple, foi ligado a Kobun Chino Otogawa um monge da escola Soto Zen, tentou domar um temperamento irascível e tão exigente que levava ao desespero seus colaboradores, ao mesmo tempo é cultuado como um realizador brilhante que com sua obsessão por produtos ideais mudou a face do mundo moderno.
Sua empresa lançou novidades que as pessoas sequer sabiam que queriam, produtos que se tornaram a seguir ícones do mundo digital, este sucesso guindou a Apple ao posto de uma das empresas mais valorizadas da terra.
A contradição aparente entre sua vida de CEO e empreendedor com sua ligação com o budismo aparecia em sua simplicidade na vida pessoal, seu hábito de andar descalço mesmo comprando no supermercado, seu vegetarianismo que partilhava com sua espôsa mãe de 3 dos seus filhos ( teve uma filha com uma namorada anteriormente) e a seu desapego por móveis suntuosos. Ele fazia o que queria, lutava por um resultado brilhante, mas não por enriquecimento em si e sim porque era o que desejava fazer, trilhava seu caminho sem se importar com a opinião alheia.