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quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Aung San Suu Kyi - condenada novamente para vergonha de Mianmar


Em uma nova demonstração de violência em um país budista em sua maioria, a ditadura militar socialista de Mianmar prende um símbolo internacional de resistência moral, abaixo texto do noticiário de Veja:

"A líder de oposição em Mianmar e Prêmio Nobel da Paz, Aung San Suu Kyi, foi condenada a três anos de prisão e trabalhos forçados por um tribunal do país nesta terça-feira. A junta militar que governa o país, porém, reduziu a pena a 18 meses de prisão domiciliar, provavelmente temendo a reação da comunidade internacional.

Suu Kyi, de 64 anos, foi considerada culpada por ter transgredido as regras de sua prisão domiciliar. O processo da líder da oposição foi desencadeado após um cidadão norte-americano ter entrado e permanecido na sua casa durante dois dias no final de maio deste ano. Sem uma medida especial de clemência, a nova condenação a impedirá de participar nas eleições nacionais convocadas pela junta militar para 2010.

A União Europeia (UE) e a organização de defesa dos direitos humanos Anistia Internacional (AI) condenaram a sentença contra Aung San Suu Kyi. A UE exigiu a libertação imediata de Suu Kyi e anunciou novas sanções contra o país asiático. "A UE pede com veemência às autoridades que a libertem imediata e incondicionalmente", diz o texto divulgado nesta terça. Já a Anistia Internacional considerou "vergonhosa" a condenação e também exigiu a libertação "imediata e sem condições". "A prisão, o julgamento e agora o veredicto não são mais que uma comédia política e judicial", afirmou a secretária-geral da AI, Irene Khan, antes de qualificar todo o processo de "vergonhoso".

Suu Kyi, premiada com o Nobel da Paz em 1991, é líder da oposição ao regime ditatorial do país, e ativista dos direitos humanos. Ela é filha de Aung San, o herói nacional da independência da Birmânia, que passou a se chamar Mianmar. Seu pai foi assassinado quando ela tinha apenas dois anos de idade. Suu Kyi teve a prisão domiciliar decretada de 1989 até meados de 1995. Depois disso, chegou a ter um breve período de "liberdade" até 2000. Neste ano, porém, ela foi novamente confinada entre as quatro paredes de sua residência por mais 19 meses. A junta militar que governa o país tem prorrogado de tempos em tempos a sua condenação.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Aung San Suu Kyi - Birmânia e sua ditadura


Aung San Suu Kyi, líder pró-democracia e vencedora do Prêmio Nobel da Paz, acabou de receber novas acusações dias antes do fim do cumprimento da sua pena de 13 anos de prisão. Ela e outros milhares de monges e estudantes foram presos por desafiarem pacificamente a ditadura brutal de seu país, a Birmânia (Mianmar).
Mesmo correndo o risco de sofrer uma retaliação dos militares, os ativistas da Birmânia estão organizando um movimento global pela libertação de Aung San Suu Kyi e de todos os prisioneiros políticos do país, entre os quais muitos monges budistas. Nós temos apenas 5 dias para ajudá-los a conseguir uma quantidade gigantesca de assinaturas, que serão apresentadas para o Secretário Geral da ONU – Ban Ki Moon semana que vem. A petição pede que ele dê prioridade máxima à libertação dos presos, impondo a libertação como condição para qualquer engajamento com a junta militar. Clique no link para assinar e encaminhe este email para seus amigos, só com um grande número de assinaturas poderemos garantir a libertação de Aung San Suu Kyi e de todos os presos políticos da Birmânia:

http://www.avaaz.org/po/free_aung_san_suu_kyi

No dia 14 de maio, Aung San Suu Kyi foi enviada para o presídio acusada de permitir a entrada de um homem norte-americano em sua casa, violando assim sua prisão domiciliar. A acusação é absurda pois a casa é cercada por guardas militares que são justamente os responsáveis pela guarda do local. Está claro que as acusações recentes são um pretexto para mantê-la presa durante as eleições de 2010.

O regime militar da Birmânia é conhecido pela repressão violenta a qualquer ameaça ao controle militar total. Milhares de pessoas estão presas em condições desumanas, onde não há atendimento médico e onde a prática de tortura e outros abusos são freqüentes. Há uma repressão violenta a grupos étnicos e mais de 1 milhão de pessoas já fugiram do país.
(Copiado do comunicado da Avaaz)

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Aung San Suu Kyi recebe medalha do congresso americano


Líder opositora de Mianmar receberá Medalha de Ouro do Congresso dos EUA

Washington, 24 abr (EFE).- O Senado dos Estados Unidos concluiu hoje a aprovação de um projeto para conceder a Medalha de Ouro do Congresso, a maior dignidade civil do país, à líder opositora de Mianmar (antiga Birmânia), a Nobel da Paz Aung San Suu Kyi.

A líder Birmanesa encarna as esperanças dos budistas de Miyanmar de liberdade da cruel ditadura apoiada pelos chineses e que esmaga o povo da antiga Birmânia, além de perseguir os monges e religiosos budistas.

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Há 12 anos presa por ganhar as eleições com 80% dos votos

A Premio Nobel da Paz, agora completa 12 anos em prisão por ser a líder do povo birmanês, use sua liberdade para promover a de pessoas como ela vítima das injustiças dos tiranos. Contra as posturas sempre voltadas a interesses menores e sem estofo moral do governo brasileiro, em relação a estas questões externas, e as internas também, o CBB se manifestará hoje em São Paulo.

"Seja você a mudança que quer no mundo"


quarta-feira, 24 de outubro de 2007

Anistia Internacional exige libertação de Aung San Suu Kyi

Anistia Internacional exige libertação de Aung San Suu Kyi

Londres, 24 out (EFE).- A Anistia Internacional exigiu hoje a "imediata libertação" da vencedora do prêmio Nobel da Paz Aung San Suu Kyi e outros "presos de consciência" em Mianmar.

"No dia em que as Nações Unidas comemoram seu 62º aniversário, Aung San Suu Kyi, líder da Liga Nacional da Democracia, completa 12 anos de prisão domiciliar em Mianmar", denuncia a organização de defesa dos direitos humanos em comunicado.

A Anistia Internacional exige "a imediata libertação de milhares de pessoas detidas recentemente por participar de protestos pacíficos, assim como presos de consciência que estão detidos há muitos anos, entre eles Aung San Suu Kyi, U Win Tin e membros de grupos étnicos minoritários, como U Khun Htun Oo".

Vencedora do prêmio Nobel da Paz, Aung San Suu Kyi é "um símbolo da resistência política em Mianmar, e sua libertação incondicional seria um grande passo à frente", afirma hoje Irene Khan, secretária-geral da Anistia Internacional, citada no comunicado.

"A comunidade internacional deve manter suas pressões e sua vigilância para que as autoridades birmanesas dêem passos concretos, com resultados tangíveis, como a libertação de todos os presos de consciência. Sua libertação é imprescindível para determinar se as autoridades birmanesas são sérias quando dizem querer cooperar com a ONU", acrescenta o texto.

Segundo a AI, as atuais práticas de detenções secretas e as informações sobre maus-tratos e torturas, além das sentenças em juízos fechados, parciais e atrás das grades, provam que as autoridades de Mianmar não pretendem colaborar com as Nações Unidas.

"As melhoras na situação dos direitos humanos em Mianmar não podem esperar o fim do processo político. As autoridades devem libertar imediatamente todos os presos de consciência, permitir a visita de observadores independentes aos centros de detenção e deixar de condenar manifestantes", afirma Irene Khan.


Manifestações de apoio à vencedora do prêmio Nobel da Paz e outros presos políticos estão marcadas para hoje em Brasília e outras cidades de todo o mundo, como Londres, Berlim, Paris, Washington, Nova York, Sydney e Cidade do Cabo.

(Fonte: UOL)

terça-feira, 2 de outubro de 2007

Aung San Suu Kyi Premio Nobel da Paz - 12 anos presa

Aung San Suu Kyi, ganhou o Premio Nobel da Paz. É prisioneira durante 12 dos seus últimos 18 anos, pelo regime socialista da Birmânia, hoje Myanmar. Os ditadores militares, pretensamente budistas, imitam seus similares que sabem com certeza o que é melhor para seus povos, mais do que os votos indicariam, copiam assim, Coréia do Norte, China, Cuba, Líbia, Sudão e outros similares. Invariavelmente os budistas e outras denominações religiosas, são vítimas de perseguição nestes lugares.
Aqui, Daw Aung San Suu Kyi, aparece sentada junto a Thamanya Sayadaw, um grande e respeitado monge e mestre budista Theravada que faleceu em 29 de novembro de 2003. A foto provavelmente é de 1995, quando ela foi libertada de seu primeiro período de prisão. Hoje ela está presa novamente, para vergonha de toda a humanidade.