segunda-feira, 31 de março de 2008

E em SP, no Ibirapuera...

Paulistanos fazem ato de solidariedade ao Tibete

Evento foi realizado na manhã deste domingo (30) no Parque do Ibirapuera.
Vestidos de branco e com flores nas mãos, participantes meditaram em frente ao lago.

Foto: Tiago Queiroz/AE
Tiago Queiroz/AE
Paulistanos participaram, na manhã deste domingo (30), de um ato de solidariedade ao Tibete, onde o clima é de tensão por conta dos protestos contra o domínio da China. O encontro foi no Parque do Ibirapuera, na Zona Sul de São Paulo. Vestidos de branco e com flores na mão, os participantes meditaram em frente ao lago do parque. O ato terminou com caminhada e pedido de paz (Foto: Tiago Queiroz/AE)

Manifestação no Rio

Manifestação na orla carioca reúne ativistas pró-Tibete

Isabel Kopschitz - O Globo

Manifestação na orla do Rio pede liberdade para o Tibete / Ricardo Leoni - O Globo

RIO - Indignados com a violenta repressão do governo chinês ao Tibete - que já resultou na morte de mais de 140 tibetanos, desde o último dia 10, de acordo com exilados - um grupo de cariocas liderados pelo fotógrafo e documentarista Marcos Prado e pelo cantor Leoni protestou esta manhã, na Avenida Delfim Moreira, no Leblon, na altura do Hotel Marina Palace. Eles estenderam no chão uma faixa de 15 metros de extensão por cinco de largura, que dizia "O Tibete pode ser salvo". Segurando bandeiras do país e empunhando cartazes com dizeres como "Abaixo o genocídio cultural", "China, que país é esse?", o grupo distribuiu panfletos e tarjas pretas a dezenas de pessoas que passavam pelo local.

http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2008/03/30/manifestacao_na_
orla_carioca_reune_ativistas_pro-tibete-426605533.asp

sábado, 29 de março de 2008

sexta-feira, 28 de março de 2008

O medo que gera as agressões

Trecho extraído do blog de Monja Isshin:

"Vi, com meus próprios olhos, durante minha viagem a Tibete, as atitudes dos tibetanos e dos chineses uns com os outros. Vi o medo dos chineses sendo expressado como autoritarismo.

Quando existe um conflito, embora um dos lados possa ser visto como “agressor” e o outro como “vítima”, quando olhamos com os olhos do plano Absoluto, percebemos que esta visão não é correta. Em um conflito, a verdade maior é que todos os envolvidos estão agindo da melhor forma possível para eles: cada um de acordo com o seu nível de compreensão.

Ainda que acreditemos que as ações de um grupo com relação a outro possam ser péssimas, o Budismo nos ensina que os erros são cometidos pela ação dos Três Venenos: Apego, Aversão e Ignorância (frequentemente traduzidos por Ganância, Raiva e Ignorância). O medo é Aversão e o medo dos chineses é o medo de perder - que vem do Apego - ambos resultados da Ignorância.

Que possamos incluir não somente os tibetanos, mas também os chineses nas nossas preces. Que possamos incluir não somente os iraquianos, mas também os americanos nas nossas preces. Que possamos responder ao ódio, não com mais ódio, mas com compreensão e compaixão. Mesmo que talvez tenhamos que assumir atitudes firmes, que possamos manter a compaixão - este ingrediente essencial para a Cultura da Paz - em nossos corações, para o bem de todos os seres - sem exceções."


quinta-feira, 27 de março de 2008

Visita de propaganda chinesa a Lhasa vira fracasso devido a desafio de monges à repressão


Monges estragam visita chinesa
27 de Março de 2008

A tentativa do governo da China de mostrar que a situação no Tibete está controlada fracassou. Depois de proibir o trabalho da imprensa estrangeira no território durante os protestos das últimas semanas, Pequim convidou os jornalistas a visitar Lhasa nesta quinta-feira. A visita, porém, foi interrompida por um grupo de monges budistas -- eles gritaram palavras de ordem, defenderam o Dalai Lama e acusaram o governo chinês de mentir.

A visita corria dentro do previsto pelos chineses, ansiosos para acabar com a imagem negativa deixada pela onda de tumultos. Quando os jornalistas chegaram ao templo de Jokhang, porém, ouviram gritos dos monges. Um deles gritou "o Tibete não é livre" e começou a chorar. Outro disse que a revolta em Lhasa "não tem nada a ver com o Dalai Lama" -- a China culpou o líder espiritual pela organização das manifestações.

Ainda falando aos jornalistas, os monges revelaram que não puderam sair do templo -- um dos principais do Tibete -- desde que os protestos começaram. Instantes depois, seguranças do governo chinês interromperam as entrevistas com os monges, ordenaram que os jornalistas saíssem do templo e tentaram empurrá-los para fora. A área ao redor do templo foi cercada pela polícia. Mas era tarde demais: a propaganda estava arruinada.

Antes de visitar o templo, o grupo de jornalistas foi a um hospital e a uma loja. A China diz que cinco meninas morreram queimadas por culpa dos manifestantes no local -- relato que não é confirmado pelos tibetanos. De acordo com uma repórter do jornal britânico Financial Times, boa parte da cidade parece uma zona de guerra, com prédios queimados e destruídos, comércio fechado e pelotões de soldados a cada esquina.

(Veja on line)

PC do B se manifesta em favor do domínio chinês no Tibete

Para que acompanhemos a lamentável postura de alinhamento automático dos políticos do PC do B para com o imperialismo e genocídio cultural da China no Tibete, este é o site, onde consta a carta de apoio ao partido chinês, desta agremiação da esquerda brasileira radical e o e-mail pelo qual quem desejar pode protestar:

http://www.vermelho.org.br/pcdob/

Email: julia.aguilar@camara.gov.br

Júlia Inez Botelho Aguilar
Chefe de Gabinete da Deputada Federal Jô Moraes-PCdoB/MG

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POSIÇÃO DO PC DO B EM RELAÇÃO AO CONFLITO TIBET x CHINA:
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São Paulo, 20 de março de 2008

Ao Comitê Central do Partido Comunista da China

Estimados camaradas,

Em nome do Partido Comunista do Brasil, enviamos nossos votos de solidariedade ao povo e ao Partido Comunista da China diante dos violentos distúrbios do último dia 14, em Lhasa, capital da Região Autônoma do Tibete, planejados e executados por elementos ligados ao grupo do "Dalai Lama".

As provocações, realizadas poucos meses após a exitosa realização do 17º Congresso do Partido Comunista da China, durante o período da Sessão anual da Assembléia Popular Nacional e a poucos meses do início dos Jogos Olímpicos de 2008, tem nítido sentido de ofuscar essas importantes conquistas do povo chinês de todas as etnias no sentido de prosseguir com a construção do socialismo com características chinesas.

Buscando confundir a opinião pública internacional, a ação do grupo do "Dalai Lama" possui notórias digitais do imperialismo norte-americano, que há décadas financia, por meio de seus serviços de segurança, o chamado "Governo tibetano no exílio" – assim como dos grandes monopólios de mídia internacional, que há anos promovem as ações do Sr. Tenzin Gyatso.

Há poucos anos, em 2002, o governo norte-americano inclusive aprovou uma "lei", denominada em inglês de "Tibetan Policy Act", que institucionalizava as interferências imperialistas na Região Autônoma do Tibete, numa flagrante intervenção nos assuntos internos da Republica Popular da China, ato repudiável sob todos os aspectos pelos povos do mundo.

A libertação do Tibete, pouco depois da Revolução Chinesa de 1949, trouxe consigo novas perspectivas para o povo tibetano, antes submetido às trevas da escravidão e da servidão feudal, sob o pretexto religioso e "cultural". Desde então, e em especial desde o início da política de reforma e abertura em 1978, o povo chinês, sob a liderança do Partido Comunista da China têm tomado importantes iniciativas no sentido de desenvolver econômica e socialmente a Região Autônoma do Tibete, historicamente a região mais atrasada da China. A recém inaugurada Ferrovia Qinghai-Tibet, uma moderna obra de engenharia, é um exemplo do esforço do povo chinês para levar o "desenvolvimento ao Oeste", como dizem os camaradas chineses.

Neste momento em que o povo chinês, sob a direção do Partido Comunista da China e sob a bandeira do Socialismo com peculiaridades chinesas alcança incontestáveis êxitos, o Partido Comunista do Brasil reafirma seu apoio à unidade política e territorial de seu país, repudiando energicamente as provocações secessionistas na Região Autônoma do Tibete, parte histórica e inseparável da Republica Popular da China.

Saudações fraternais,

Renato Rabelo

Presidente Nacional

Tibete, ameaça à China?

"GENOCÍDIO CULTURAL"

Tibete, ameaça à China?

A recusa de Pequim ao diálogo com o Dalai Lama não tem razões econômicas: está relacionada ao impulso nacionalista e ao temor de que a revolta agudize tensões hoje contidas na China. Mas tal postura tende a radicalizar a juventude tibetana e atiçar conflitos que outras potências desejam...

Texto integral do artigo do Le Monde Diplomatique aqui:

http://diplo.uol.com.br/imprima2304

quarta-feira, 26 de março de 2008

Campanha Gaúcha de vegetarianos


No RGS uma campanha de vegetarianos procura conscientizar da origem das refeições. Os autores sofreram críticas por estarem sendo "agressivos". Veja mais em

http://compreendervegetarianos.blogspot.com/

terça-feira, 25 de março de 2008

Mensagem do Dalai Lama

Mensagem do Dalai Lama

"Por muita grande que seja a vossa veneração pelos mestres tibetanos e o vosso amor pelo povo tibetano, não falem mal dos chineses. As chamas do odio só podem ser apagadas pelo amor e se o fogo do ódio não se apagar é porque o amor não era ainda suficientemente forte."

"However great your veneration for the Tibetan masters and your love for the Tibetan people, say nothing bad about the Chinese. The flames of hatred can only be extinguished by love and if the fire of hatred is not extinguished it is because love is not yet strong enough."

"Quelle que soit votre vénération pour les maîtres tibétains et votre amour pour le peuple tibétain,ne dites jamais de mal des Chinois. Le feu de la haine ne s'éteint que par l'amour et, si le
feu de la haine ne s'éteint pas,c'est que l'amour n'est pas encore assez fort."

Sa Sainteté le XIVème Dalai Lama - 03/2008

E o Brasil, como sempre, se omite quanto a tiranias...


Sarkozy não descarta boicote a Jogos de Pequim
25 de Março de 2008

Em Tarbes na França o presidente francês, Nicolas Sarkozy, pediu que a China mostre responsabilidade quanto ao Tibet e recusou-se a descartar um boicote aos Jogos Olímpicos de Pequim em 2008.

"Não fecho a porta para nenhuma opção, mas acho que é mais prudente reservar respostas para desdobramentos concretos da situação", disse Sarkozy, perguntado sobre um boicote da abertura, já apoiado por atletas franceses.

"Todas as opções estão abertas e eu faço um apelo para o senso de responsabilidade das autoridades chinesas", disse.

A França tem rejeitado até o momento a idéia de boicotar os Jogos, mas o ministro francês de Relações Exteriores, Bernard Kouchner, pediu o fim "da repressão" chinesa aos protestos na região do Tibet.

Manifestação em São Paulo pelo Tibete


Estamos todos convidados a participar de uma manifestação pacífica em São Paulo pela liberdade e os direitos humanos no Tibete. A manifestação acontecerá na sexta-feira, dia 28 demarço, a partir das 17:00, em frente ao Consulado da China, na rua Estados Unidos, 1071 (quase na esquinacom a rua Peixoto Gomide).
Levem bandeiras do Tibete e faixas e convidem seus amigos. A manifestação tem o intuito de chamar a atenção paraa situação dos tibetanos, os direitos humanos e aviolência exercida pela China desde 1950!O mundo precisa reagir e se unir para transformar este lugar em um lugar mais digno, cheio de paz e harmonia.
Participem!

fonte: http://budistasengajados.blogspot.com/2008/03/manifestao-pelos-direitos-humanos-no.html

segunda-feira, 24 de março de 2008

Protestos pelo Tibete no Rio de Janeiro: 26 e 30 de março


Conforme informação enviada pelo Monge Gabriel Jaeger, haverá uma manifestação pró-Tibet em frente ao Consulado da China, no Rio de Janeiro, na próxima quarta-feira, dia 26 de março.

Transcrevo alguns trechos do e-mail recebido:

Nesse momento em que o mundo se volta para a dor dos tibetanos, é de extrema importância que façamos movimentos pela paz no Tibet. Um grupo de amigos * do RJ está se mobilizando para que façamos um protesto PACÍFICO e silencioso em frente ao consulado Chinês nesta quarta feira , 12h e uma caminhada na praia no domingo dia 30/03, 11h (por favor vejam o convite anexo).

*O Marcos Prado (diretor da produtora ZAZEN que faz filmes de protesto como Tropa de Elite, Ônibus 174, Estamira, etc.) e o cantor Leoni, praticante como eu do budismo tibetano, é que tomaram a iniciativa e me convidaram para contactar as sangas para esta manifestação...

Além de apoiar uma causa mais que justa, esse é um símbolo de luta contra as torturas e perseguições oficiais em todo o planeta. É uma manifestação de cidadãos, não de governos ou partidos políticos.

Se você é do Rio de Janeiro, compareça e traga uma faixa preta para colocar sobre a boca ou sobre os olhos, como uma forma de protesto contra a censura de imprensa e de livre expressão. Você sabe que os jornais e a internet estão censurados ou bloqueados na China e no Tibet, e que os jornalistas estrangeiros não podem entrar no Tibet? Não existe mais notícia, só versão oficial dos fatos.

Se você não é do Rio, que tal organizar na sua cidade algo semelhante para fazer barulho com o seu silêncio na quarta-feira?

Nós podemos muito mais do que imaginamos. Com as manifestações populares pelo mundo, o diretor Steven Spielberg já desisitiu de dirigir a abertura das Olimpíadas, o governo chinês já admite negociar com o Dalai Lama e outros resultados positivos virão.

Manifeste–se.

POR FAVOR, O MOMENTO É ESSE! NOS PRONUNCIEMOS AGORA!
ENVIEM E-STE E MAIL PARA TODOS QUE PUDEREM E FAÇAMOS UMA CORRENTE... ESTAMOS FAZENDO , FAIXAS , GALHARDETES E CONVOCANDO TODOS OS CIDADÃOS PARA QUE MOSTREMOS A NOSSA TRISTEZA COM ESTE ATO TÃO DESUMANO.

Vamos nos pronunciar para acabar com esse HOLOCAUSTO QUE ESTÁ ACONTECENDO NO TIBETE...

Até quando vamos assistir a toda essa violência sem fazer nada?
O povo brasileiro sofre, mas tem autonomia de ir e vir, votar, ter a religião que quiser...

O povo tibetano perdeu sua pátria, sua dignidade, é escravizado, torturado e massacrado diariamente há mais de 50 anos... e, por questões políticas e econômicas o mundo não se pronuncia. ATÉ QUANDO!?

O Mundo está sangrando...

ESTE É UM ATO DE CIDADANIA....
AUTONOMIA PARA O TIBET JÁ!
DIREITOS HUMANOS PARA O TIBET , JÁ!
CHEGA DE SOFRIMENTO...

FIQUE NA PAZ

ANGELA MATTOS


O recado está dado. Toda a manifestação pacífica em prol da liberdade, da paz e do fim da violência no Tibet contribui para a formação de um mundo melhor.

sábado, 22 de março de 2008

China decide esmagar tibetanos


China manda esmagar as manifestações pró-Tibete
22 de Março de 2008

O governo da China virou definitivamente as costas aos apelos internacionais pelo diálogo com as lideranças tibetanas rebeladas e declarou que os protestos contra o domínio chinês do Tibete devem ser sufocados. Em editorial publicado neste sábado, o Diário do Povo – o maior jornal do Partido Comunista chinês – afirma que “a China deve esmagar definitivamente a conspiração de sabotagem e eliminar as forças de independência do Tibete”.

A publicação do editorial é uma demonstração inequívoca de que a China está disposta a comprar briga com as organizações internacionais de direitos humanos e as grandes potências ocidentais, que têm pedido cautela a Pequim sobre a questão tibetana. Na sexta-feira, o governo chinês já havia lançado uma lista de monges e manifestantes procurados por fomentar os violentos protestos no Tibete e região ocorridos na semana passada.

Com o editorial, a China se coloca em nova rota de colisão diplomática com líderes da União Européia e dos Estados Unidos – cuja presidente da Câmara de Representantes, Nancy Pelosi, repudiou na sexta-feira a conduta de Pequim. O candidato republicano à presidência dos EUA, John McCain, foi outro a criticar a China pelos eventos no Tibete.

O tiro chinês, entretanto, pode sair pela culatra. Cresce entre as lideranças ocidentais a intenção – ainda velada – de boicotar os Jogos Olímpicos marcados para agosto. Neste sábado, declarações atribuídas ao chefe do Parlamento Europeu, o alemão Hans Gert Pöttering, indicam que um eventual boicote internacional à Olimpíada de Pequim “não deve ser descartado”.

Dalai Lama – No agressivo editorial, o Diário do Povo volta a acusar o líder espiritual tibetano, o Dalai Lama, de estar por trás dos protestos contra o domínio chinês do Tibete. Segundo o jornal, a intenção do Dalai Lama é justamente sabotar os Jogos Olímpicos. O governo exilado do Tibete, por sua vez, limitou-se a comentar que agora “as conversas são mais necessárias do que nunca”, de acordo com o porta-voz Thubten Samphel, citado pela agência France-Presse.

Presidente da Câmara dos EUA pede condenação da China


Nancy Pelosi pediu à comunidade internacional que denuncie o papel de Pequim no Tibete

Agências internacionais

DHARMSALA, Índia - A presidente da Câmara de Representantes (Câmara de Deputados) dos Estados Unidos, Nancy Pelosi, se reuniu nesta sexta-feira, 21, em Dharamshala, na Índia, com o líder espiritual tibetano Dalai Lama. Após o encontro, Pelosi pediu à comunidade internacional que denuncie o papel da China no Tibete e a forma como Pequim tem administrado os protestos contra o governo chinês na região.

Dalai Lama e Nancy Pelosi, na Índia. Foto: AP

Os protestos contra a dominação chinesa no Tibete continuam nesta sexta-feira. Um grupo de pelo menos quinze manifestantes tibetanos invadiu a embaixada da China em Nova Délhi, na Índia, com bandeiras e gritando palavras de ordem contra a realização dos Jogos Olímpicos de Pequim 2008. Os manifestantes que conseguiram entrar no edifício estavam com as mãos pintadas de vermelho e fitas amarelas na cabeça. Alguns deles estavam feridos na testa e sangravam.


A presidente da Câmara, uma das críticas mais ferozes da China no Congresso, foi a primeira importante líder norte-americana a encontrar-se com o líder tibetano no exílio desde que os protestos se tornaram violentos na região, na semana passada.

"Se as pessoas que amam a liberdade ao redor do mundo não se expressarem contra a China e os chineses no Tibete, nós perdemos toda a autoridade moral para falar sobre direitos humanos", disse Pelosi ante uma multidão de tibetanos, incluindo monges e estudantes, no norte da Índia.

A China vê com receio o encontro entre Nancy e Dalai Lama, que, na quinta-feira, 20, se mostrou disposto a iniciar um diálogo com Pequim quando os distúrbios em Lhasa, capital do Tibete, cessarem. Pelosi e Dalai Lama se reuniram no complexo de templos em Dharamshala, lar de um grande número de tibetanos no exílio.

sexta-feira, 21 de março de 2008

Saikawa Roshi em abril 2008 no Busshinji

Saikawa Roshi, o superior da Soto Zen para a América Latina, abaixo ao lado de seu discípulo Olivier Sensei, o Abade de Ryumonji, na França, estará em abril no Busshinji em SP a partir do dia 11 e retornará ao Japão no dia 21 para encontro com o novo Zenji de Eiheiji, um dos dois mosteiros sede do Zen Soto no Japão.

( A Escola Zen Soto representa 90% do zen no Japão)


quinta-feira, 20 de março de 2008

Assine e divulgue esta petição mundial do avaaz.org


Trechos de carta do avaaz.org:

"Em função das Olimpíadas a China se preocupa em manter uma boa reputação perante o mundo. Precisamos dizer ao presidente da China Hu Jintao que a marca “Made in China” e as Olimpíadas de Pequim só serão um sucesso se estiverem associadas a uma China moderna e não a uma China repressora e violenta. Mobilizando uma avalanche de apelos de todas as partes do mundo poderemos chamar a atenção do governo chinês. Clique abaixo para assinar a petição e divulgue-a para quem puder. Nossa meta é conseguir1 milhão de vozes pelo Tibet.

http://www.avaaz.org/po/tibet_end_the_violence/14.php

SOBRE A AVAAZ

Avaaz.org é uma organização independente sem fins lucrativos que visa garantir a representação dos valores da sociedade civil global na política internacional em questões que vão desde o aquecimento global até a guerra no Iraque e direitos humanos. Avaaz não recebe dinheiro de governos ou empresas e é composta por uma equipe global sediada em Londres, Nova York, Paris, Washington DC, Genebra e Rio de Janeiro. Avaaz significa "voz" em várias línguas européias e asiáticas.
Por favor adicione avaaz@avaaz.org para sua lista de endereços para garantir que você continue recebendo os nossos alertas. Ou se você prefeir deixar de receber nossos alertasclique aqui

Avaaz.org está localizada na 260 Fifth Avenue, Nova York - NY 10001 EUA. Avaaz.org está presente também em Washington, Londres, Rio de Janeiro e ao redor do mundo< /td>

quarta-feira, 19 de março de 2008

Comunicado à imprensa do Dalai Lama

"Gostaria de aproveitar essa oportunidade para expressar minha gratidão aos líderes mundiais e à comunidade internacional por sua preocupação com relação aos eventos recentes no Tibet e por suas tentativas em persuadir as autoridades chinesas no exercício da moderação ao lidar com as demonstrações.

Uma vez que o Governo Chinês tem me acusado de orquestrar tais protestos no Tibet, eu clamo por uma completa investigação da parte de algum órgão respeitável, o que deve incluir representantes chineses, a fim de investigar tais alegações. Tal órgão precisará visitar o Tibet,
as áreas tradicionais tibetanas fora da Região Autônoma Tibetana e também a Administração Tibetana Central aqui na Índia. De forma que a comunidade internacional, e especialmente os mais de um bilhão de chineses que não têm acesso à informação não-censurada, possam saber o
que realmente está acontecendo no Tibet seria de extrema ajuda que representantes da imprensa internacional também realizassem tais investigações.

Se intencional ou não, acredito que uma forma de genocídio cultural tem lugar no Tibet, onde a identidade tibetana passa por constante ataque. Os tibetanos foram reduzidos a uma insignificante minoria em sua própria terra como resultado da imensa transferência de
não-tibetanos ao Tibet. A distinta herança cultural tibetana, com sua linguagem costumes e tradições características está desaparecendo. Ao invés de trabalhar pela unificação de suas nacionalidades, o governo chinês realiza uma discriminação contra as nacionalidades
minoritárias, entre elas a dos tibetanos.

É conhecimento comum que os mosteiros tibetanos, os quais constituem nossos principais lugares de saber, além de serem repositórios da cultura buddhista tibetana, têm sido severamente reduzidos em número e população. Naqueles mosteiros que ainda existem, o estudo sério do Buddhismo Tibetano não mais é permitido; de fato, mesmo a admissão em
tais centros de saber é estritamente regulada. Na realidade, não há liberdade religiosa no Tibet. Mesmo um chamado por um pouco mais de liberdade torna-se um risco de ser rotulado como separatista. Nem mesmo há qualquer real autonomia no Tibet, mesmo apesar de tais
liberdades básicas serem garantidas na constituição chinesa.

Acredito que as demonstrações e protesto que ocorrem agora no Tibet são uma explosão espontânea do ressentimento popular acumulado por anos de repressão em reação a autoridades que são cegas aos sentimentos do povo local. Elas erroneamente acreditam que mais
medidas repressivas são o caminho para conquistar seu objetivo declarado de unidade e estabilidade a longo prazo.

De nossa parte, permanecemos compromissados em seguir a abordagem do Caminho do Meio e buscar um processo de diálogo a fim de encontrar uma solução mutuamente benéfica para a questão tibetana.

Com tais pontos em mente, busco também o apoio da comunidade internacional em nossos esforços para resolver os problemas do Tibet por meio do diálogo, e incentivo que clamem às lideranças chinesas para que exerçam a máxima moderação em lidar com a situação turbulenta
atual e tratem aqueles que têm sido presos de maneira apropriada e justa.

Dalai Lama - Dharamsala
18 de Março 18, 2008"

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tradução ao português:
Ricardo Sasaki
http://nalanda.org.br
original: http://www.dalailama.com/news.218.htm

Entrevista do Rev. Prof. Dr. Ricardo Mario Gonçalves na CBN

Aqui, um aula de história chinesa e tibetana do Rev. Prof. Dr. Ricardo Mario Gonçalves, Decano do Conselho Consultivo do Colegiado Buddhista Brasileiro.


http://cbn.globoradio.globo.com/cbn/dinamico/busca1.asp?busca=Tibet&dia=18&mes=03&ano=2008&rss=jornaldacbn.xml&registros=5&pagina=1&corseparador=ECE9D8&id=1501&periodo=60&x=16&y=9

China tenta esconder revolta contra seu domínio

China veta acesso a mais três Províncias

País proíbe ingresso de turistas e jornalistas em Gansu, Qinghai e Sichuan, onde houve manifestações pró-tibetanos

"Tibete é assunto interno", diz porta-voz do governo, que admite que 13 pessoas foram mortas na repressão aos protestos de monges

RAUL JUSTE LORES
DE PEQUIM

Depois de proibir a entrada de jornalistas e turistas no Tibete, a China fechou o acesso às outras três Províncias com população tibetana onde aconteceram manifestações contra o governo de Pequim.
Tibetanos em Gansu, Qinghai e Sichuan protestaram no fim de semana contra a repressão no Tibete, mas foram igualmente reprimidos.
O governo chinês diz que 13 civis morreram na sexta passada durante o confronto entre a polícia chinesa e monges e jovens que se manifestavam pela autonomia do Tibete, ocupado pela China em 1951, depois de período de independência iniciado em 1912. E culpa os manifestantes pelas mortes.
Mas o governo tibetano no exílio, em Dharamsala, diz que houve mais de cem mortes provocadas pela repressão chinesa, além de centenas de prisões de dissidentes.
O site de vídeos YouTube, onde foram colocadas imagens do protesto, foi bloqueado na China. Reportagens sobre os conflitos em jornais estrangeiros também são bloqueadas.
O governo chinês diz que a situação em Lhasa, capital do Tibete, já se estabilizou e que a calma voltou à cidade. Mas pessoas que falaram com amigos em Lhasa, por telefone, contaram à Folha que "todos estão com medo e ficam o tempo inteiro em casa, cercados de militares por todos os lados". As ligações não duram mais que cinco minutos e caem por motivos técnicos. O líder tibetano no exílio, o dalai-lama, acusou a China no domingo de "genocídio cultural".

Batalha diplomática
Em sinal de que o governo chinês sentiu que está perdendo a batalha diplomática contra os tibetanos, a Chancelaria chinesa convocou uma rara entrevista coletiva ontem à noite para acusar as comunidades tibetanas no exterior de vandalizar "uma dúzia de embaixadas chinesas pelo mundo".
Ao ser questionado se permitiria que uma missão da ONU visitasse o Tibete para ver o que realmente aconteceu, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Liu Jianchao, disse que o Tibete era "assunto interno" e que a China "está determinada a lutar pela soberania nacional e integridade de seu território".
Ele acusou a "camarilha do dalai-lama" de provocar os distúrbios ("são hipócritas ao dizer que defendem a não-violência") e afirmou que as forças de segurança não usaram armas na repressão, apenas gás lacrimogêneo e água.
O governo divulgou que 61 policiais ficaram feridos nos confrontos, mas não revelou números sobre os civis nem sobre prisões de tibetanos.
Ao ser questionado por que um país como a China ainda precisa recorrer ao isolamento de regiões inteiras e à censura na mídia para impedir qualquer visão imparcial, o porta-voz Liu Jianchao disse que não sabia que sites da internet estavam bloqueados.
A apreensão do governo chinês só aumenta com a proximidade da Olimpíada de Pequim, que começa em 8 de agosto. Os Jogos Olímpicos são considerados prioridade máxima pelo Partido Comunista Chinês, no poder desde 1949, como a festa que mostrará ao mundo a potência emergente do país.
Mas várias organizações de direitos humanos já convocaram um boicote ao evento e comparam a atual situação no Tibete com o massacre na praça Tiananmen (da Paz Celestial), de Pequim, em 1989. Na época, o massacre também foi "escondido" pelas autoridades chinesas. Ativistas e dissidentes têm sofrido prisões e perseguição nos últimos meses, como sinal de que o governo não vai tolerar ninguém que tente estragar a festa.
Imagens da televisão de Hong Kong mostram Lhasa, a capital tibetana, ocupada por um pesado esquema de segurança. A equipe de TV, formada por cidadãos chineses, foi expulsa ontem de Lhasa.
Em Pequim, estudantes de origem tibetana organizaram uma vigília à luz de velas na Universidade Central para Nacionalidades com o objetivo de "rezar pelos mortos". A polícia manteve a imprensa longe do ato -uma pequena, mas rara, demonstração de desafio na capital. A vigília foi encerrada por policiais horas antes de um prazo para que manifestantes em Lhasa se entregassem à polícia.


Fonte: Folha de São Paulo

segunda-feira, 17 de março de 2008

Palestra em Joinville - Zen e Meditação


Palestra em Joinville/SC do Rev. Genshô

· Tema: Zen Budismo e Meditação

  • Organização:

Grupo de Aikidô de Joinville/SC

www.aikidojoinville.com.br

  • Participação: Palestra aberta ao publico interessado.
  • Data e horário: 18/03/2008 às 20:00 h
  • Local:

ASSOCIAÇÃO COLON DE JUDÔ

http://www.judocolon.com.br/

Rua Borba Gato, 951 -


Atiradores - Joinville


/SC - (47) 3422-6610 ou


(47) 3433-9949