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quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

O Zen é o céu azul




Aluno: Eu já li sobre outros tipos de meditação e encontrei coisas sobre samatha e vipassana, que são mais focadas na respiração.
Monge Genshô:
No Zen, nós partimos para um formato de meditação que é de um nível difícil e chama-se shikantaza, que é o que estamos praticando aqui. Shikantaza quer dizer apenas sentar-se. Vipassana, pelo menos em seus estágios iniciais, são técnicas voltadas para observação e que eventualmente nós usamos aqui. Quando eu digo, por exemplo, que se estiverem muito agitados vocês podem contar respirações, essa é uma técnica do vipassana. Se você se concentrar apenas na contagem essa será uma âncora muito boa para se manter presente, mas logo em seguida o cérebro consegue colocar a contagem no automático, então você chega e no seis e de repente percebe que está pensando em uma viagem que pretende fazer. Mesmo as técnicas mais ancoradas perdem a validade depois de um tempo, por conta dos hábitos mentais.

Existem muitas outras técnicas de meditação, já vi listas com mais de 40. Você pode começar a ter consciência do corpo, prestar atenção no seu pé, depois no tornozelo e ir sentindo cada coisa separadamente, essas são técnicas de consciência corporal. Samatha, normalmente, quer dizer acalmar-se ou serenar-se. Ela é usada para atingir um determinado grau de concentração, mas nós não usamos esses termos, embora todas essas técnicas estejam também presentes no Zen. Talvez se você descrever um formato de prática do Zen para um professor de outra escola ele pode dizer que é vipassana, ou samatha, mas isso são só palavras.

Tem uma historinha sectária do Zen que diz: vipassana e samatha são asas de um pássaro. Você usa observação e treinamento da mente em uma asa e usa também concentração, serenidade e esvaziamento em outra asa. O pássaro precisa das duas asas para voar. Samatha e vipassana servem para o pássaro conseguir voar no céu azul. O Zen é o céu azul.

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Vipassana e Zazen


Aluno: Posso fazer uma pergunta sobre meditação? Qual a diferença da vipassana?

Monge Genshô: Vipassana é uma meditação característica da escola Theravada. Nela você faz observações. Observa sua respiração, seu corpo, seu pé. Tem sempre o observador e o objeto a ser observado. No Zen, nós tentamos fazer com que o observador desapareça, entre você e o objeto observado não pode haver distância, vocês são um só. 

Essas técnicas do vipassana no Zen são olhadas como técnicas preparatórias. Pode chegar um aluno que tenha muitas dificuldades, e então a instrução é que ele conte as respirações. Essa é uma âncora a que ele pode se agarrar para não ficar viajando tanto, mas normalmente nós chamamos o caminho do Zen como "O Caminho Direto", justamente porque apresentamos diretamente ao aluno uma técnica que, na realidade, é difícil. A descrição da técnica é muito simples, mas a abordagem não é gradual, é entrar direto num estágio difícil. 

Então são questões de técnicas e existem mais de 40 tipos de meditações possíveis. Essa que vocês aprendem no Zen é chamada "Shikantaza", que significa "apenas sentar". Normalmente vipassana é, na abordagem gradual, muito efetiva. Há menos exigências nas escolas vipassanas com relação à postura e à disciplina. No Zen a disciplina é Buda. 

Nos mosteiros há um  cargo  de "jikido". O jikido passa por todos os alunos com um bastão na mão, o kyosaku, o bastão da compaixão, e se alguém está numa postura incorreta, dormindo ou cansado, ele bate o bastão. Se há um monge velho, já cansado, então o jikido bate no monge que está sentado ao lado dele. É muita compaixão apanhar pelo outro. O cargo do jikido tem bastante trabalho. Acordando às 4 da manhã muitos monges acabam dormindo e ele precisa fazer esse julgamento de bato ou não bato, podendo ser repreendido caso não bata. 



quarta-feira, 1 de abril de 2015

O ZAZEN É O PURO CÉU AZUL

Em primeiro lugar, vamos dividir nosso trabalho em três etapas: a primeira etapa é Dhyana. Dhyana é a antiga palavra em sânscrito para concentração, meditação. Essa meditação normalmente é dividida em dois grandes grupos, dois grandes tipos – uma chama-se Shamatha e a outra chama-se Vipassana.

O que é Shamatha? Shamatha é a meditação para acalmar-se. É como se nós imaginássemos areia dentro de um copo que estamos constantemente mexendo com as agitações da nossa vida. Se nós conseguirmos colocar o copo parado em cima da mesa e não tocarmos nele, naturalmente a areia cai no fundo do copo, decanta, e a água fica límpida. Então, Shamatha é a prática de acalmar-se. E, nesse sentido, o Dhyana que nós estamos fazendo é predominantemente Shamatha.

Existe também Vipassana. Vipassana são as técnicas de observação e de enxergar a realidade. Nós podemos praticar Vipassana observando nosso corpo, contando respirações, ouvindo os batimentos do nosso coração. Nós podemos fazer isso. Mas nem Vipassana nem Shamatha são em si o Zazen.


Nós podemos dizer que a prática da meditação é como um pássaro com duas asas: uma asa é Shamatha; a outra asa é Vipassana. Uma é o exame, a outra o serenizar-se. Zazen é “o puro céu azul”. Isto é Zazen. Essa imagem é muito correta, é muito boa. Nós temos que tentar entender isso. As técnicas são Shamatha ou Vipassana, são as asas de um pássaro, mas Zazen é o puro céu azul.

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

O que nos prende ao samsara


P: Apenas uma curiosidade. Como é a sua vida de praticante, qual seu mestre atual e qual seu método de praticar?

Venerável Dhammadipa – Estudei diferentes métodos de meditação. Em primeiro lugar estudei os métodos tradicionais, Samatha e Vipassana, me tornando sólido nesses métodos para depois ensiná-los. Atualmente eu ensino os quatro Paramithas, compaixão, alegria, amor e equanimidade. De acordo com o Budismo, o Samsara é baseado em sentimentos, assumir os sentimentos assim como o próprio “eu”, são a ligação entre o interior e o exterior. O que Buda realizou sob a árvore Bodhi foi a “Originação Dependente”, e todas as tradições estão de acordo com isso. Mas há diversas explicações nas diferentes tradições sobre o que seja a originação dependente e, como resultado dessas diferentes explicações surgiram diferentes escolas Budistas.

A base para nossa compreensão da originação dependente são os doze elos. O primeiro elo é a ignorância, da ignorância surgem as formações mentais, dessas surgem a consciência, da consciência surge Nama-rupa ou as formas, das formas surgem os seis sentidos, que são as cinco faculdades sensoriais e a faculdade mental, o sexto elo é o contato, do contato vem os sentimentos, sétimo elo, que são sensações e percepções. Na China e no Japão esse elo pode ser entendido como a recepção do objeto, temos que tocá-los para percebê-los, quando recebemos essa informação é que as classificamos em agradável, desagradável ou neutro. Das percepções surge o apego e do apego surgem nascimento, morte e existência. Existência significa carma e as formações mentais também são carma. Dessa diferenciação surge a ignorância e então o ciclo recomeça.

Estamos retornando ao Samsara devido a uma não compreensão desse processo de recepção dos objetos. A ignorância e as formações mentais nos trazem à vida e continuamos na vida nos apegando aos sentimentos. A vida aqui significa a vida baseada no sofrimento. Assumindo que o impermanente é permanente, assumindo que a pena é prazerosa, essa é a base das formações mentais, o carma. As formações são a base para diferenciar Samsara. A consciência do Samsara é caracterizada por esse apego aos sentimentos e percepções, apego ao processo de recepção dos objetos, meu olho, minha cor, minha mente, minha ideia. Essa é nossa algema ao Samsara. Todas as tradições Budistas concordam que a forma de quebrar essa algema está nesse processo de percepção dos objetos. Entender o processo de recepção e percepção dos objetos é muito importante. Minha prática principal é a contemplação disso e entender a diferenciação e a ilusão da mente discriminativa.  O que basicamente ensino, mas não necessariamente pratico, é o ensinamento do Samatha e Vipassana, é como a prática dos quatro ilimitados. É muito importante abrir seu coração.

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Tudo é incomensurável



Venerável Dhammadipa continua: A abordagem do Abhidharma no contexto Mahayana é diferente. De acordo com o ensinamento Mahayana, há apenas uma realidade última, não podendo haver realidades alternativas, sendo que a realidade última é o vazio. Todos os fenômenos, sejam eles mundanos ou supramundanos, têm a mesma característica do vazio. De acordo com o Mahayana, o foco não está em uma dedução analítica do fenômeno experienciado e sim em uma experiência direta do vazio, isso não significa que a abordagem analítica não seja importante. É muito importante e é um complemento da experiência direta do vazio.

Eventualmente o Vipassana do Budismo do norte, que se identifica com o Mahayana, foi associado ao conhecimento direto da realidade. As coisas como elas realmente são e o vazio, são ao mesmo tempo impermanentes e além da impermanência. Há uma realidade última a ser experienciada, que é considerado o Vipassana mais elevado e está além do mundano e supramundano, é a verdade atravessando a dualidade. Entender essa realidade é a natureza do Vipassana e é a base do Samatha. No contexto do Zen, Samatha pode ser entendido como a observação direta do que é impermanente, uma vez que está relacionado, portanto, com tudo que está mudando e não é diferente dessa realidade impermanente.

O Bodhisatva é aquele que, com base na observação, desenvolve compaixão e com base na visão além da impermanência e do vazio, desenvolve sabedoria. A compaixão e a sabedoria são como as duas asas de um pássaro. Contemplando a impermanência, uma pessoa é capaz de compreender e penetrar na natureza da compaixão e desenvolver a mente de Bodhichita. Bodhichita é a forma de entender que não há nenhuma liberação individual, a natureza da realidade é não dualística. A busca da observação direta daquilo que realmente é e do vazio, são os meios hábeis do Bodhisatva para permanecer no ciclo do Samsara com o mínimo de sofrimento. Desenvolvendo o Vipassana, o Bodhisatva se compromete a permanecer no Samsara e através do Samatha ele desenvolve a sabedoria para continuar no Samsara sem sofrimento. É dessa forma que os dois se complementam para formar uma única realidade no Zen.

Quanto você pratica o Zen, combina Samatha e Vipassana. O objetivo do Zen é observar as coisas como elas são. Quando você compreender e realizar essa realidade, estará no caminho do Bodhisatva e não poderá voltar atrás. Os quatro tipos de Samadhi que mencionei anteriormente são os “Samadhi de Buda”. Esse é o objetivo do Zen. A mente se torna uma com o Dharmakaya, a manifestação de todos os fenômenos. O corpo do Dharma. No limite da realidade, todas essas denominações são similares e o Buda está sempre vivendo nessa realidade, ele se tornou um com a realidade verdadeira. Na tradição Theravada, Buda e o Dharma são sinônimos. No Mahayana é enfatizado que o verdadeiro Buda é o Dharmakaya e ele contém tudo sem distinção entre forma e não forma. No Sutra do Coração existe uma parte que diz “forma é vazio e vazio é forma”, isso conduz a compreensão da realidade última. Essa realidade é enfatizada no Zen diferentemente de outras tradições como no próprio Yogacara. Nessa realidade última, tudo é incomensurável. Forma é incomensurável. Sentimento é incomensurável. Percepções são incomensuráveis. Formações mentais são incomensuráveis. A própria consciência se torna incomensurável. Esse é o conteúdo da libertação.
 

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Vipassana e Zazen



PERGUNTAS AO VENERÁVEL DHAMMADIPA


Pergunta:  - O senhor falou que o Vipassana está muito conectado com o Zen, então minha pergunta é: como os ensinamentos do Vipassana podem nos ajudar especificamente no zazen?

Venerável Dhammadipa – Há uma falta de compreensão quanto ao conteúdo do Vipassana. Vipassana no contexto do Abhidharma quer dizer “sabedoria”. Sabedoria no Budismo é enxergar as coisas como elas realmente são e ver as coisas como elas realmente são, está relacionado com dois aspectos, da mesma forma que Vipassana.

A prática do Zen, Dhyana, tem dois aspectos. O primeiro aspecto é conhecer a realidade mundana como ela realmente se apresenta e o segundo aspecto é compreender de fato a realidade última. Nas escrituras também se pode encontrar Vipassana como a compreensão do nirvana. Na tradição do Theravadha, Vipassana é conhecido como a penetração nas características dos objetos de nossa experiência. Apenas quando você tiver penetrado na natureza última dos objetos de sua experiência, você será capaz de experenciar a natureza comum de todos os fenômenos e, a natureza última de todos os fenômenos de nossa experiência, é a impermanência.

O quer que seja experenciado na impermanência, é dukka. A tradução mais comum para dukka é sofrimento, mas não é um sofrimento relacionado com algo que seja somente doloroso físico ou emocionalmente pois, para o homem sábio, o verdadeiro significado é a impermanência. Essa não é a compreensão do homem comum. Está relacionado com a compreensão de tudo que compõe os fenômenos e tudo que compõe os fenômenos é de fato sofrimento. Tudo que experienciamos no mundo é esse compor. Quando você compreender isso, será possível compreender a realidade última, que é a ausência do “eu”. O que não possui um “eu” não pertence a ninguém, é vazio.

Na tradição do Abhidharma a realidade última está relacionada com os fatores mentais e a própria mente em si. Na tradição Abhidharma do norte, há uma diferenciação entre as formações mentais e a mente em si, isso também é considerado como realidade última.
(continua)

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Samatha e Vipassana unidos


(Continuação)
Ven. Dhammadipa:   Mas como praticar então? O primeiro passo seria diferenciar e separar o nome da experiência em si e entender que não há existência própria nas coisas. Dessa forma, veremos essas diferenciações como uma ilusão. Isso é uma introdução aos ensinamentos do Yogacara. Não vou me estender muito, pois esse é um assunto vasto, o melhor é ter uma experiência Zen, pois o assunto do Abhidharma é muito vasto e complexo. Passei muito tempo estudando o Abhidharma, é muito fascinante e profundo, mas não é necessário que alguém o estude de forma tão profunda, mas essas idéias são importantes para a devida compreensão do Zen. O Budismo é Samatha e Vipassana e quando praticamos Yoga com um sentido de Budismo, tudo que fazemos deve estar relacionado com Samatha e Vipassana. Isso também é a base da prática Zen.

Nos primórdios do Budismo existia uma tendência a separar Samatha de Vipassana, mas o Mahayana enfatiza a prática de Samatha e Vipassana juntas. Nos tempos antigos do Budismo, tanto o Mahayana como Hinayana se focavam nos estágios profundos de concentração para depois usá-los para praticar Vipassana. O Mahayana enfatizou a experiência direta nas coisas tais como são.

Comentário: Existe uma palavra no português para isso que é “Talidade”: as coisas tais como são.

(Continua)

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

O céu no qual o pássaro voa


"Anzan sensei diz:" O Zen não oferece alguma pequena técnica que se pode fazer. Ele não oferece alguma bolha brilhante com que se possa brincar. Exige, pelo contrário, tudo o que você está a fim de receber do Zen. Nossa prática não é sobre a meditação, é sobre iluminação".
"Meditação budista, por outro lado, é a meditação feita por Budistas e é muito importante que não se desviem para isso.
Todas as formas de meditação podem ser divididos em dois tipos: Samatha
(Concentração, serenização) e vipassana (análise dos dados da experiência, clara visão)"
"Zhiyi viu samatha e vipasyana, Si e kan, como as duas asas de uma ave em vôo."
"Shikantaza, por outro lado, é o céu no qual o pássaro voa".
"Shikantaza está fora do alcance da maioria de nós quando começamos a prática, pois é a realização do nada a que se agarrar".

NT: Shikantaza: Zazen, meditação do zen caracterizada por ser sem objetivo.

Shikai Zuiko Osho, em: "O pequeno livro de parar e olhar".
Traduzido do inglês por Monge Genshô

quinta-feira, 18 de junho de 2009

A unificação de física e consciência


DIMENSÕES ESCONDIDAS
A unificação de física e consciência
B. Alan Wallace Ph.D.

Transpondo a lacuna entre o mundo da ciência e o reino espiritual, B. Alan Wallace Ph.D. introduz uma teoria natural da consciência humana com raizes na física contemporânea e no budismo. A “teoria especial da relatividade ontológica” sugere que os fenômenos mentais são condicionados pelo cérebro, mas não emergem dele. Em vez disso, todo o mundo de mente e matéria, sujeitos e objetos, surgem de uma dimensão unitária da realidade que é mais fundamental que essas dualidades, conforme proposto por Wolfgang Pauli e Carl Jung.

Para testar essas hipóteses, Wallace emprega a prática meditativa budista de samatha, que refina a atenção e a metacognição, para criar um tipo de telescópio para examinar o espaço da mente. Recorrendo ao trabalho do físico John Wheeler, ele propõe então uma teoria mais geral na qual a natureza participativa da realidade é visionada como um circuito auto-excitado. Ao comparar essas ideias com a teoria budista conhecida como filosofia do Caminho do Meio, Wallace explora aspectos adicionais de sua “teoria geral da relatividade ontológica”, que podem ser investigados por meio de meditação vipasyana, ou insight.

Wallace enfoca o tema da simetria em relação à cosmologia quântica e ao “problema do tempo congelado”, relacionando esses assuntos à teoria e às práticas da escola da Grande Perfeição do budismo tibetano. Conclui com uma discussão do tema geral da complementaridade no que se relaciona à ciência e religião.

As teorias da relatividade e da mecânica quântica foram grandes feitos das ciências da física, e a teoria da evolução teve impacto igualmente profundo nas ciências da vida. Contudo, ainda não existem métodos científicos rigorosos para se observar os fenômenos mentais, e o naturalismo tem limites para lançar luz sobre o funcionamento da mente.

Pioneiro na pesquisa moderna sobre a consciência, Wallace oferece um método prático e revolucionário para se explorar a mente, que combina os insights mais perspicazes de físicos e filósofos contemporâneos com as tradições meditativas do budismo consagradas tempo tempo.

Prof. B. Alan Wallace dispendeu quatorze anos como monge budista, ordenado por Sua Santidade o Dalai Lama, e então conquistou graduação em física e filosofia no Amherst College e doutorado em estudos religiosos na Stanford University. Traduziu numerosos textos de budismo tibetano e é autor de várias obras, incluindo Contemplative Science: where Buddhism and Neuroscience Converge, e editor de Buddhism Science. É fundador e presidente do Santa Barbara Institute for Consciousness Studies, dedicado à investigação científica, filosófica e contemplativa da natureza e potenciais da consciência.
O livro pode ser adquirido aqui

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Venerável Uttaranyana Sayadaw em São Paulo



O Conselheiro do Colegiado Buddhista Brasileiro
Venerável Uttaranyana Sayadaw ensinará em São Paulo

Jan 24th, 2009 by salvarez

Palestra e Workshop Buddhista: Meditação Vipassana e o Caminho do Meio

No dia 13/02/2009 - Palestra das 20h às 21h30 - O que é o Buddhismo?

No dia 14 e 15/02/2009 - Workshop das 9h às 17h. - Instruções e práticas de Meditação Vipassana e ensinamentos sobre o Nobre Caminho Óctuplo.

* Contribuição Sugerida: sexta, sábado e domingo: R$120,00; Sábado e domingo R$ 110,00; apenas sábado ou domingo R$ 70,00.

* Contato: (11) 9309-6400 (Noriko) noriko@superig.com.br; ou (11) 8485-9458 (Fernando) emporio56@uol.com.br

*** O Evento será realizado no Espaço Projeto Oásis - Rua Michigan, 333 - Brooklin Paulista.

Sobre o Venerável:

O Venerável Uttaranyana Sayadaw é Conselheiro do Conselho Consultivo do Colegiado Buddhista Brasileiro e é o atual abade do Birmingham Buddhist Vihara. O Bhante nasceu em Myanmar em 1949, e desde sua infância é monge theravada. Além de sua formação monástica, dedicou-se ao estudo acadêmico, tendo recebido em 1998 seu PhD. Atualmente é professor da International Buddhist University, onde leciona Gramática Pali, Majjimanikaya, Abhidhamma e Meditação Vipassana.